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Ed. Física, 04.05.2021 16:30 dailaneazevedo

Quais principais carteristicas dos esportes de marca​

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Outra pergunta: Ed. Física

question
Ed. Física, 14.08.2019 23:49
Por que alguns alimentos podem ser considerados drogas? ​
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question
Ed. Física, 15.08.2019 04:45
Base mineral a população de cada país​
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question
Ed. Física, 15.08.2019 01:25
Ustiça ou vingança? maria rita kehl “sou obrigada a concordar com friedrich nietzsche: na origem da demanda por justiça está o desejo de vingança. nem por isso as duas coisas se equivalem. o que distingue civilização de barbárie é o empenho em produzir dispositivos que separem um de outro. essa é uma das questões que devemos responder a cada vez que nos indignamos com as consequências da tradicional violência social em nosso país. escrevo ‘tradicional’ sem ironia. o brasil foi o último país livre no ocidente a abolir a prática bárbara do trabalho escravo. durante três séculos, a elite brasileira capturou, traficou, explorou e torturou africanos e seus descendentes sem causar muito escândalo. joaquim nabuco percebeu que a exploração do trabalho escravo perverteria a sociedade brasileira – a começar pela própria elite escravocrata. ele tinha razão. ainda vivemos sérias consequências desse crime prolongado que só terminou porque se tornou economicamente inviável. assim como pagamos o preço, em violência social disseminada, pelas duas ditaduras – a de vargas e a militar (1964 a 1985) – que se extinguiram sem que os crimes de lesa-humanidade praticados por agentes de estado contra civis capturados e indefesos fossem apurados, julgados, punidos. hoje, três décadas depois de nossa tímida anistia ‘ampla, geral e irrestrita’, temos uma polícia ainda militarizada, que comete mais crimes contra cidadãos rendidos e desarmados do que o fez durante a ditadura militar. por que escrevo sobre esse passado supostamente distante ao me incluir no debate sobre a redução da maioridade penal? porque a meu ver, os argumentos em defesa do encarceramento de crianças no mesmo regime dos adultos advêm dessa mesma triste ‘tradição’ de violência social. é muito evidente que os que conduzem a defesa da mudança na legislação estão pensando em colocar na cadeia, sob a influência e a ameaça de bandidos adultos já muito bem formados na escola do crime, somente os ‘filhos dos outros’. quem acredita que o filho de um deputado, evangélico ou não, homofóbico ou não, será julgado e encarcerado aos 16 anos por ter queimado um índio adormecido, espancado prostitutas ou fugido depois de atropelar e matar um ciclista? sabemos, sem mencioná-lo publicamente, que essa alteração na lei visa apenas os filhos dos ‘outros’. estes outros são os mesmos, há 500 anos. os expulsos da terra e ‘incluídos’ nas favelas. os submetidos a trabalhos forçados. são os encarcerados que furtaram para matar a fome e esperam anos sem julgamento, expostos à violência de criminosos periculosos. são os militantes desaparecidos durante a ditadura militar de 1964-85, que a comissão da verdade não conseguiu localizar porque os agentes da repressão se recusaram a revelar seu paradeiro. este é o brasil que queremos tornar menos violento sem mexer em nada além de reduzir a idade em que as crianças devem ser encarceradas junto de criminosos adultos. alguém acredita que a medida há de amenizar a violência de que somos (todos, sem exceção) vítimas? as crianças arregimentadas pelo crime são evidências de nosso fracasso em cuidar, educar, alimentar e oferecer futuro a um grande número de brasileiros. esconder nossa vergonha atrás das grades não vai resolver o problema. vamos vencer nosso conformismo, nossa baixa estima, nossa vontade de apostar no pior – em uma frase, vamos curar nossa depressão social. inventemos medidas socioeducativas que funcionem: sabemos que os presídios são escolas de bandidos. vamos criar dispositivos que criem cidadãos, mesmo entre os miseráveis – aqueles de quem não se espera nada. ” fonte: . acesso em 20 jun. 2015 com base na leitura, analise as afirmativas: i - infere-se que, para a autora, a criminalidade tem causa nos problemas sociais e o desejo de vingança fundamenta a ideia da redução da maioridade penal, que não resolveria o problema da violência no brasil. ii - na argumentação, a autora vale-se do apelo à autoridade e da apresentação de fatos históricos. iii - o texto é um artigo de opinião, com estrutura argumentativa. é correto o que se afirma em: a. i, ii e iii. b. i e ii. c. ii e iii. d. i e iii. e. ii, apenas.
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question
Ed. Física, 16.08.2019 17:44
Ciclo 1: um aspecto importante e muito discutido no mundo acadêmico e profissional é a questão do plágio em pesquisas e trabalhos. abaixo está o artigo intitulado “o crime de plágio” que após a leitura faça uma reflexão baseada nos itens: a- o plágio ocorre mais intencionalmente ou por ingenuidade? b- quais são os principais motivos para que os acadêmicos se aventurem ao crime de plágio ao invés de redigir os seus próprios trabalhos? c- após reflexão e avaliação do tema gostaria da sua participação posicione-se no fórum individualmente respondendo para professora um texto de 5 a 10 linhas indicando estratégias para a conscientização do crime do plágio não aconteça entre os acadêmicos brasileiros. o crime de plágio o plágio acadêmico se configura quando um aluno retira, seja de livros ou a internet, ideias, conceitos ou frases de outro autor (que as formulou e as publicou), sem lhe dar o devido crédito, sem citá-lo como fonte de pesquisa. trata-se de uma ção dos direitos autorais de outrem. isso tem implicações cíveis e penais. e o “desconhecimento da lei” não serve de desculpa, pois a lei é pública e explícita. na universidade, o que se espera dos alunos é que estes se capacitem tanto técnica como teoricamente. que sejam capazes de refletir sobre sua profissão, a partir da leitura e compreensão dos autores da sua área. faz parte da formação dos alunos que estes sejam capazes de articular as ideias desses autores de referência com as suas próprias ideias. para isto, é fundamental que os alunos explicitem, em seus trabalhos acadêmicos, exatamente o que estão usando desses autores, e o que eles mesmos estão propondo. ser capaz de tais articulações intelectuais, portanto, torna-se critério básico para as avaliações feitas pelos professores. engana-se quem pensa que só faz plágio quem copia, palavra por palavra, um trabalho inteiro sem citar a fonte de onde o tirou. segundo o professor lécio ramos, citado por garschagen (2006), podemos listar pelo menos 3 tipos de plágio: integral – o “engano” citado ; parcial – que ocorre quando o trabalho é um “mosaico” formado por cópias de parágrafos e frases de autores diversos, sem mencionar suas obras; conceitual – a utilização da ideia do autor escrevendo de outra forma, porém, novamente, sem citar a fonte original veja o que diz a lei código civil art. 524: “a lei assegura ao proprietário o direito de usar, gozar e dispor de seus bens, e de reavê-los do poder de quem quer que, injustamente, os possua”. código penal crime contra o direito autoral, previsto nos artigos 7, 22, 24, 33, 101 a 110, e 184 a 186 (direitos do autor formulados pela lei 9.610/1998) e 299 (falsidade ideológica). art. 7: define as obras intelectuais que são protegidas por lei: considerando como obras intelectuais “as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro”. art. 22 a 24: regem os direitos morais e patrimoniais da obra criada, como pertencentes ao seu autor. art. 33: diz que ninguém pode reproduzir a obra intelectual de um autor, sem a permissão deste. art. 101 a 110: tratam das sanções cíveis aplicáveis em casos de ção dos direitos autorais, sem exclusão das possíveis sanções penais. art. 184: configura como crime de plágio o uso indevido da propriedade intelectual de outro. art. 299: define o plágio como crime de falsidade ideológica, em documentos particulares ou públicos.extraído de: garschagen, b. universidade em tempos de plágio. 2006. responder
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