subject
Ed. Física, 06.05.2021 02:40 ClayverSantos17

Quando se fala em inclusão na educação dos corpos, dos gêneros e das sexualidades, afirma-se que os sujeitos são plurais e que essa pluralidade deve ser valorizada e aceita nas suas singularidades. Para tanto é necessário, de antemão, rejeitar os rótulos que aprisionam, engessam e fixam os sujeitos, enredando-os em representações que os nomeiam como feio ou bonito, apto ou inapto, saudável ou doente, normal ou desviante, masculino ou feminino, heterossexual ou homossexual. Precisamos nos dar conta de que práticas como essas reforçam discriminações e exclusões, em vez de ampliar possibilidades de intervenção junto aos sujeitos, possibilitando que, por meio das práticas corporais e esportivas, possam exercer sua cidadania e liberdade constituindo-se como sujeitos sociais. GOMES, S. Cadernos de Formação. Revista Brasileira Ciências do Esporte, p. 71-83, mar. 2010 (adaptado).

Considerando o texto, avalie as sugestões de condutas a serem tomadas pelos profissionais de educação física.

O profissional de educação física deve planejar e incentivar atividades próprias para meninas e outras para os meninos. Essa conduta pode proporcionar atitudes positivas e protetivas, pois atendem às necessidades naturais e culturais de cada gênero.
O respeito à diversidade cultural, social e sexual é o primeiro passo para uma política inclusiva. Diferença não significa desigualdade, e essa só pode ser minimizada se houver iniciativas que promovam atividades coparticipativas, nas quais as diferenças não sejam eliminadas, mas tratadas em suas especificidades.
O incentivo menor para as meninas praticarem atividades esportivas se dá por questões naturais. Por essa razão, é necessário incentivar as meninas a participarem dos esportes respeitando sua condição física, seus desejos e seus afazeres. Isso pode ser feito por meio da oferta de atividades que lhes sejam viáveis, criando estratégias para que elas se sintam confortáveis.

É correto o que se afirma em

a.
I e III, apenas.

b.
I, II e III.

c.
III, apenas.

d.
II, apenas.

e.
I e II, apenas.

Respostas
Respostas: 3

Outra pergunta: Ed. Física

question
Ed. Física, 15.08.2019 04:10
Tecnica e habilidade nao tem o mesmo significado tecnica e especifica ao movimento e e baseado em aspecto mecanicos a habilidade esta relacionada ao desenvolvimento motor em ambas
Respostas: 3
question
Ed. Física, 15.08.2019 01:25
Ustiça ou vingança? maria rita kehl “sou obrigada a concordar com friedrich nietzsche: na origem da demanda por justiça está o desejo de vingança. nem por isso as duas coisas se equivalem. o que distingue civilização de barbárie é o empenho em produzir dispositivos que separem um de outro. essa é uma das questões que devemos responder a cada vez que nos indignamos com as consequências da tradicional violência social em nosso país. escrevo ‘tradicional’ sem ironia. o brasil foi o último país livre no ocidente a abolir a prática bárbara do trabalho escravo. durante três séculos, a elite brasileira capturou, traficou, explorou e torturou africanos e seus descendentes sem causar muito escândalo. joaquim nabuco percebeu que a exploração do trabalho escravo perverteria a sociedade brasileira – a começar pela própria elite escravocrata. ele tinha razão. ainda vivemos sérias consequências desse crime prolongado que só terminou porque se tornou economicamente inviável. assim como pagamos o preço, em violência social disseminada, pelas duas ditaduras – a de vargas e a militar (1964 a 1985) – que se extinguiram sem que os crimes de lesa-humanidade praticados por agentes de estado contra civis capturados e indefesos fossem apurados, julgados, punidos. hoje, três décadas depois de nossa tímida anistia ‘ampla, geral e irrestrita’, temos uma polícia ainda militarizada, que comete mais crimes contra cidadãos rendidos e desarmados do que o fez durante a ditadura militar. por que escrevo sobre esse passado supostamente distante ao me incluir no debate sobre a redução da maioridade penal? porque a meu ver, os argumentos em defesa do encarceramento de crianças no mesmo regime dos adultos advêm dessa mesma triste ‘tradição’ de violência social. é muito evidente que os que conduzem a defesa da mudança na legislação estão pensando em colocar na cadeia, sob a influência e a ameaça de bandidos adultos já muito bem formados na escola do crime, somente os ‘filhos dos outros’. quem acredita que o filho de um deputado, evangélico ou não, homofóbico ou não, será julgado e encarcerado aos 16 anos por ter queimado um índio adormecido, espancado prostitutas ou fugido depois de atropelar e matar um ciclista? sabemos, sem mencioná-lo publicamente, que essa alteração na lei visa apenas os filhos dos ‘outros’. estes outros são os mesmos, há 500 anos. os expulsos da terra e ‘incluídos’ nas favelas. os submetidos a trabalhos forçados. são os encarcerados que furtaram para matar a fome e esperam anos sem julgamento, expostos à violência de criminosos periculosos. são os militantes desaparecidos durante a ditadura militar de 1964-85, que a comissão da verdade não conseguiu localizar porque os agentes da repressão se recusaram a revelar seu paradeiro. este é o brasil que queremos tornar menos violento sem mexer em nada além de reduzir a idade em que as crianças devem ser encarceradas junto de criminosos adultos. alguém acredita que a medida há de amenizar a violência de que somos (todos, sem exceção) vítimas? as crianças arregimentadas pelo crime são evidências de nosso fracasso em cuidar, educar, alimentar e oferecer futuro a um grande número de brasileiros. esconder nossa vergonha atrás das grades não vai resolver o problema. vamos vencer nosso conformismo, nossa baixa estima, nossa vontade de apostar no pior – em uma frase, vamos curar nossa depressão social. inventemos medidas socioeducativas que funcionem: sabemos que os presídios são escolas de bandidos. vamos criar dispositivos que criem cidadãos, mesmo entre os miseráveis – aqueles de quem não se espera nada. ” fonte: . acesso em 20 jun. 2015 com base na leitura, analise as afirmativas: i - infere-se que, para a autora, a criminalidade tem causa nos problemas sociais e o desejo de vingança fundamenta a ideia da redução da maioridade penal, que não resolveria o problema da violência no brasil. ii - na argumentação, a autora vale-se do apelo à autoridade e da apresentação de fatos históricos. iii - o texto é um artigo de opinião, com estrutura argumentativa. é correto o que se afirma em: a. i, ii e iii. b. i e ii. c. ii e iii. d. i e iii. e. ii, apenas.
Respostas: 3
question
Ed. Física, 16.08.2019 03:49
Qual a diferença entre o tiro livre direto e indireto ? como é feito o arremesso lateral ? explique como ocorre o impedimento no futebol ? qual a atitude do goleiro na cobrança do pênalti ? qual o tamanho oficial de um campo ? fale um pouco sobre a arbitragem do futebol ? ​
Respostas: 3
question
Ed. Física, 16.08.2019 19:40
Quais foram os avanços promovidos pela modernidade á educação?
Respostas: 2
Você sabe a resposta certa?
Quando se fala em inclusão na educação dos corpos, dos gêneros e das sexualidades, afirma-se que os...
Perguntas
question
História, 15.08.2019 01:09
question
Matemática, 15.08.2019 01:08