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História, 06.07.2020 23:14 thayaraoliversantos

O sacrifício humano é um dos pilares da religião e da sociedade asteca. (...) A sua dimensão é verificada pela existência de diversos templos construídos para sua prática, e pela estrita regulamentação, que exige sacerdotes especializados. É preciso poupar as vítimas de um sofrimento inútil e ofensivo aos deuses. Entre as modalidades de sacrifício, a mais comum é a morte florida, quando a vítima, vestida com uma tanga de papel branco, é pintada com giz, e depois, levada ao cume do templo, onde lhe arrancam o coração. O mais espetacular deles, entretanto, é o sacrifício dos gladiadores (...) O cativo é amarrado a uma corda que limita seus movimentos. Ele deve se esquivar do golpe dos guerreiros. Ao primeiro ferimento, é sacrificado.” (História Viva. Duetto Editorial, nº 6, Abril 2004. p.80)Sobre a civilização asteca, podemos inferir que * a) A religião asteca era politeísta, destacando-se deuses como Tláloc, deus que trazia tanto a chuva, que tornava os campos férteis, quanto o trovão e o granizo; Quetzacoatl, a serpente de plumas, no início, era uma divindade que representava a fertilidade e, com o passar do tempo, se transformou, passando a representar as ideias de morte e ressurreição; Tezcatlipoca, deus da noite, era invisível e sedento por sangue humano; e Huitizilopchtli, deus guerreiro que representava o Sol do meio-dia. b) Os nobres, grupo do qual faziam parte funcionários públicos encarregados da administração, sacerdotes e líderes militares. Geralmente, esses nobres eram parentes do imperador. Entre as tarefas dos sacerdotes, que eram celibatários [não podiam se casar], estava cuidar dos tempos, consultar os astros e guardar manuscritos. Embora tivessem tarefas administrativas ou militares, os sacerdotes não eram um grupo privilegiado, pois, assim como os outros nobres, eles também eram obrigados a pagar impostos. c) A sociedade asteca, no século XV, era igualitária e guerreira, não reconhecendo outra autoridade senão a sacerdotal, que também era guerreira. d) A monarquia asteca, embora possuísse origem divina, era constantemente desafiada pela população rural por conta da sobrecarga de tributos exigidos, razão pela qual, quando da chegada de Cortez ao México, Tenochtitlán era palco de uma violenta guerra civil liderada por camponeses dos distritos vizinhos. e) Por formarem uma confederação, os astecas jamais chegaram ao ponto de possuírem centralização política. Cada cidade tinha seu próprio governo, que não se subordinava a nenhuma autoridade acima dele, sendo os sacerdotes uma classe que embora representa-se o relacionamento como os deuses, não possuíam influencia além das camadas populares.

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