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Português, 04.05.2020 14:54 ferkaso13

Cidades discutem regras para carros autônomos,

que já chegam com tudo

Carros autônomos com diferentes tecnologias já
estão circulando em várias partes do planeta, em ruas
de grandes cidades e estradas no campo. Um caminhão
autônomo já rodou cerca de 200 km nos Estados Unidos
para fazer a entrega de uma grande carga de cerveja.
Embora muito recentes, veículos sem motoristas são uma
realidade crescente. E, no entanto, os países ainda não
discutiram leis para reger seu trânsito.
Por isso, as fundações norte-americanas Bloomberg
e Aspen criaram um fórum de dez grandes cidades
do planeta para estudar os veículos sem motoristas e
debater as consequências da entrada em cena de para
as mais diferentes áreas de seu funcionamento. São
Paulo foi convidada a participar da “Iniciativa Bloomberg
Aspen sobre Cidades e Veículos Autônomos”, ao lado de
Londres, Paris, Buenos Aires, Helsinque (Finlândia), Tel
Aviv (Israel), além das norte-americanas Washington DC,
Austin, Los Angeles e Nashville.
O secretário de Transportes paulistano, Sérgio
Avelleda, compareceu à primeira conferência de
representantes das dez cidades em Nova York. Depois
desse encontro, as trocas de informações sobre desafios
e melhores práticas deverão continuar de forma remota.
No início do século 20, quando os primeiros
automóveis se popularizaram, as cidades tiveram o
desafio de criar uma legislação para eles, pois as vias
públicas tinham sido concebidas para pedestres, cavalos
e veículos puxados por animais. Cem anos depois,
vivemos um momento semelhante diante da iminência de
uma “nova revolução industrial”, como define Avelleda.
Genericamente, há duas formas de tornar um carro
autônomo: com equipamentos “terrenos” ou “satelitais”
(o neologismo é meu). No primeiro caso, o carro tem
sensores que interagem com elementos implantados nas
calçadas, nos semáforos, nos outros veículos. O segundo
caso, em que o carro do Google é o paradigma, o veículo
é dirigido por equipamentos que interagem com satélites e
um mapeamento minucioso dos locais, feito previamente.

No primeiro modelo, os equipamentos de navegação
são mais baratos, mas demandam investimento em
infraestrutura nos locais públicos, implantada por
governos ou empresas antes da chegada dos carros.
Avelleda compara esses equipamentos aos que há
bastante tempo são usados por trens de metrô. Já o
modelo dirigido por satélite resulta em carros mais caros
(a “tecnologia embarcada” é mais sofisticada e hitec),
mas menos investimento público, pois ele tem todas as
rotas do planeta em seu banco de dados.
As decisões dos representantes das dez grandes
cidades vão refletir sobre essa opção, por exemplo. E
o que decidirem poderá implicar uma velocidade maior
ou menor de implantação de uma numerosa frota de
veículos autônomos.
E você, está pensando em comprar um carro? Pense
bem: ele logo pode virar sucata semelhante aos cavalos
no início do século 20.

1) A comparação do momento atual com o início do
século 20, em que se popularizaram os primeiros carros,
está associada:
a) À necessidade de adaptação das cidades e criação
de novas leis
b) À busca por desenvolvimento das metrópoles
c) Ao desenvolvimento tecnológico proveniente da
pesquisa científica
d) À crise na mobilidade urbana mundial

2) Cem anos depois, vivemos um momento semelhante
diante da iminência de uma “nova revolução industrial”,
como define Avelleda.
O termo entre aspas é empregado, analogicamente,
em razão:
a) Da necessidade de definir as mudanças históricas
b) Da busca por apreender momentos importantes da
história da humanidade
c) Da relação imanente entre presente e passado
d) Da similaridade com o período histórico, em que
mudanças se instauraram

3) Genericamente, há duas formas de tornar um carro
autônomo: com equipamentos “terrenos” ou “satelitais”
(o neologismo é meu).
A criação do neologismo no texto se justifica, já que:
a) O autor tem liberdade poética
b) Os falantes têm total condições de criar novas palavras
c) O texto apresenta tom jocoso
d) Não há palavra semelhante que expresse o mesmo
sentido

4) O recurso utilizado pelo autor para finalizar o texto
compõe uma prática que:
a) Estabelece diálogo com o leitor
b) Questiona os limites da obra
c) Afasta o interlocutor do autor do texto
d) Integra a visão do leitor e do produtor do texto

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Outra pergunta: Português

question
Português, 15.08.2019 01:04
Camões escreveu o mundo se os tempos mudam-se as vontades afirmação que pode ser relacionada às mudanças que a literatura sofreu ao longo do tempo e ainda sofre os poetas clássicos juntamente com as suas regras de objetividades foram destronados na primeira parte do século xx pelos escritores românticos que defendiam a escrita livre e subjetiva e na sequência ainda no mesmo século esses escritores perderam espaço para os escritores denominadores naturalistas que buscavam representar uma sociedade funcione defende a coletividade é possível concluir que:
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question
Português, 15.08.2019 00:58
Alguém pode me ajudar semana que vem tenho prova de português sobre substantivos mas não sei nada sobre isso alguém me ajuda
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question
Português, 15.08.2019 00:54
Me ajudem! minha sala tem q fazer uma peça de teatro e o professor pediu essa pesquisa​
Respostas: 1
question
Português, 15.08.2019 00:40
A) se tiver de listar cinco de suas ações diárias, usando apenas verbos, qual será a forma nominal mais indicada para fazer essa citação? justifique e, em seguido, escreva essa lista. b) reescreva os verbos citados no item a, empregando a forma nominal indicativa das ações em andamento. c) agora, reescreva novamente a lista, empregando o verbo ter + a forma nominal que indica ações acabadas.
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