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Português, 19.10.2020 03:14 isadoradp25

Coloque-se na posição de um estudante do curso de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) que, após ler o texto “Em live pela democracia, artistas e ativistas pedem união entre pessoas que pensam diferente”, decide escrever uma carta-argumentativa para a Folha de São Paulo. Nesta carta, você, necessariamente, deverá: a) retratar a importância que a democracia tem para a erradicação do racismo, juntamente com o discurso da colunista da Folha – Djamila Ribeiro; b) enfocar o exemplo histórico do texto a respeito do desrespeito aos valores humanos no Brasil; c) retratar uma opinião de algum famoso do texto, justificando-a. Em live pela democracia, artistas e ativistas pedem união entre pessoas que pensam diferente Participantes criticaram Bolsonaro e também repudiaram racismo, homofobia e destruição ambiental Em uma maratona de mais de cinco horas, artistas, ativistas, jornalistas e influenciadores digitais participaram neste domingo (13) da live “Democracia Vive”, parte da campanha “Brasil pela Democracia”, promovida por 80 organizações da sociedade civil e movimentos sociais. O cantor Lulu Santos, a cantora Elza Soares, a filósofa e colunista da Folha Djamila Ribeiro, o influenciador digital Felipe Neto, o apresentador Fábio Porchat, a atriz Alice Braga e a antropóloga Lilia Schwarcz foram algumas das personalidades que falaram ou cantaram no evento. Houve pedidos de união entre pessoas que pensam diferente e críticas ao presidente Jair Bolsonaro, ao racismo, à homofobia e às agressões contra os indígenas, o ambiente, a cultura, a ciência e a imprensa. Em conversa com o músico Samuel Rosa, Djamila criticou a “democracia de baixa intensidade” no Brasil, em que vários grupos não podem exercer seus direitos fundamentais. “Com racismo não há democracia”, disse a filósofa, que também ressaltou a falta de educação para formar estudantes com visão crítica. “O conceito de democracia precisa ser uma coisa ensinada e percebida desde muito cedo”, disse o advogado Augusto de Arruda Botelho em conversa com a DJ e atriz Kiara Felippe. “Não dá pra ser um cidadão bacana se você não entende esse conceito extremamente básico do que é democracia”, disse. Os participantes citaram a necessidade de lembrar a gravidade dos abusos de direitos humanos cometidos durante a ditadura militar (1964-1985), como uma forma de conscientizar parte da população atraída por apelos autoritários. Também abordaram a desigualdade, racismo, sexismo, homofobia, desmatamento, desinformação e a atuação do governo federal na pandemia. “No Brasil, 45 mil George Floyds são assassinados por ano e não há essa mobilização”, disse Preto Zezé, presidente da Central Única das Favelas, referindo-se aos protestos gerados pela morte, nos EUA, do homem negro sufocado por um policial branco. O jornalista Leonardo Sakamoto, do UOL, falou sobre os ataques à imprensa profissional. “Desde 1º de janeiro de 2019, temos visto a promoção de violência contra jornalistas para moldar a opinião pública à imagem e semelhança dos desejos e opiniões de um presidente”, disse Sakamoto. “Esse tipo de ação, que nasce na rede e se derrama para fora, não pode ser encarada como algo banal, não. É grave e está diretamente relacionada à lenta corrosão de nossas instituições democráticas.” O líder indígena Ailton Krenak, em conversa com a atriz Alice Braga, disse que o Brasil tem vivido pequenos e sistemáticos golpes contra a democracia e que “o aparelho do Estado está predisposto a ignorar a Constituição”, comentando violações a direitos dos indígenas. O evento foi promovido por organizações como a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia, Artigo 19, CNBB, Coalizão pelo Clima, Comissão Arns, Conectas, CGT, CUT, Fundação Tide Setubal, Geledés - Instituto da Mulher Negra , Greenpeace, Instituto Ethos, Instituto Socioambiental, Instituto Vladimir Herzog, MST, OAB, Observatório do Clima, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Uneafro, #Juntos e #somos70porcento. Folha de São Paulo, 13/09/2020. Instruções: 1) Faça um plano de texto antes de começar a escrever sua redação; 2) Ao assinar a carta, use apenas as iniciais de seu nome ou crie um pseudônimo; 3) Produza um texto de 20 a 30 linhas com letra na fonte “Arial”, tamanho 12 (word ). Produções com menos de 10 linhas não serão avaliadas. 4) Releia sua me ajudem a fazer uma carta por favor

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