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Português, 20.05.2021 16:40 TonyWeber123

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Outra pergunta: Português

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Português, 15.08.2019 00:35
  estado de conclusão da pergunta: pergunta 1ao longo da unidade estudamos sobre os gêneros discursivos e como eles afetam diretamente as relações humanas e de comunicação no que diz respeito ao uso da língua. sabemos que diversos fatores influenciam diretamente na maneira como um indivíduo se comunica, e isso varia de acordo com sua cultura, criação, meio em que vive, situação classe econômica e nível de escolaridade.    o brasil é um país de grande extensão e, dessa forma, permite que existe uma grande pluralidade de povos. estes, mesmo falantes da língua portuguesa, continuam tendo suas próprias maneiras de falá-las ou expressá-las.    sabemos ainda que os gêneros discursivos sofrem variações quanto ao uso da língua formal ou informal. um mesmo indivíduo pode abarcar em sua comunicação diferentes variações, como, por exemplo, quando este tem que se expressar durante uma reunião de trabalho (língua formal) ou em uma comemoração com amigos (língua informal).    diante deste contexto, identifique diferentes gêneros discursivos presentes na nossa língua e como eles se transformam de acordo com o emprego em diferentes contextos sociais e geográficos de comunicação, verificando em qual campo estes gêneros se alocam mais tipicamente, se no formal ou no informal.    a partir dessa reflexão, então, eleja uma região do brasil e cite alguns exemplos de atos de preconceito linguístico que os povos da região sofrem e o que isso reflete na em sua vivência e comunicação na sociedade, articulando com sua exposição acerca dos gêneros discursivos.​  ​
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Português, 14.08.2019 23:48
Preciso de um texto com 4 parágrafos sobre a gravidez na adolescência gente
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Português, 15.08.2019 04:22
Me ajudem uma história utilizando pelo menos 3 palavras de ortografia
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Português, 15.08.2019 04:06
Desde que se relatos acerca da história humana, o homem procura entender tudo que o cerca, numa ótica de busca por um conhecimento ainda maior. o conhecimento acerca de si mesmo. a filosofia procura ilustrar que a necessidade humana de conhecer todas as coisas é oriunda do fato de que o homem é, naturalmente, curioso. no entanto, a mesma filosofia é clarissima em citar que não é só a curiosidade uma forte tendência da natureza humana cita, ela, outra: o desejo pela eternidade. a junção dessas duas caracteristicas: daria, mais tarde, origem a própria atitude filosófica e, consequentemente, a própria ciència. entretanto, o hábito de a tudo classificar, com o passar do tempo, deixou de ser mera curiosidade, para assumir o posto de classificação do correto, do certo, na visão do interesse social vigente na época. a eleição do correto, do que segue o padrão, consequentemente, indica o marginal, o que foge do tal padrão. em resumo, o que inicialmente era mera curiosidade, passa a ser mola para o nascimento do preconceito e da incompreensão sobre o que é diferente do comumente observado, do que o senso comum acha normal, logo de algo a ser temido, algo a ser não aceito. se era natural do ser humano a tudo procurar conhecer e passar para outras gerações esta noção de conhecimento, através de uma classificacão. o tempo fez com que estas classificações seguissem um padrão de normal e anormal - só sabemos claramente o que é algo, se a este algo pudermos contrapor outro algo, na máxima socrática e platônica da dialética. porém, se se classifica algo em normal e anormal, há de se imaginar um crivo, um "homem médio". justamente é nessa noção de "homem médio" que reside o problema do preconceito: quanto mais próximo do homem médio, mais normal, quanto mais afastado, maior o nível de marginalização, dai o preconceito. porque, a classificação do homem médio é feita pela própria sociedade, e a cada ciclo social, e a cada sociedade, surge um interesse, sendo este interesse o forjador do tal "homem médio. logo, o que não interessa ao ciclo social, ou àquela sociedade, é, simplesmente algo a ser varrido para baixo do tapete.. na mesma esteira, ou seja, na mesma linha argumentativa, a história humana é repleta de ciclos de marginalização social, tantos ciclos quanto classificações acerca do normal, tantos ciclos quanto definições acerca do que são os homens. um exemplo ilustrativo era a punição infringida a quem não se adequava aos moldes católicos medievais, ou mesmo as punições sociais impostas àqueles sujeitos que, numa cultura capitalista severa, não produzem riqueza ou não a compram, para gerar riqueza, ou mesmo o fetichismo pelos corpos dóceis dos adolescentes, classificando a juventude como genuina e transviada. são estes os exemplos mais clássicos na cultura ocidental acerca da dos danos de uma classificação entre o normal e o anormal, tendo como base um homem médio de interesse social. algo que, por si só, ilustra o todo aqui proposto. em tom conclusivo, não resta dúvida do dano que a classificação entre certo e errado pode causar ao chamado bem viver em sociedade, mesmo levando em consideração a natural inclinação humana para o julgamento e formação de padrões. uma solução de grande valia para esta mesma sociedade que julga, é a educação como mola propulsora da destruição da crença de que o diferente é necessariamente o mal, até pelo fato, como exposto, de que a visão do que é diferente irá variar de cultura para cultura, de tempos em tempos e segundo os próprios interesses sociais. sendo assim, a educação nesta seara fará nascer a máxima da aceitacão pelo diferente: processo de busca pela equidade, eliminação natural da visão taxativa de certo ou errado, que, no fundo, como toda visão radical, somente e portadora de regresso, ignorancia e maldade, visão de favorecimento de alguns em natural desfavor de outro.
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