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Português, 06.04.2021 01:10 anaflormarafiga

À Procura da Felicidade: uma história de luta, sonhos e muito trabalho. por Marcelo Forlani

Sabe quando você ouve aquela história impossível de superação, do cara que estava abaixo do fundo do poço e consegue dar a volta por cima? A primeira reação é dizer "Ah, vá! Isso não pode ser verdade". A segunda, ainda sem acreditar, é "Imagina... isso só acontece em filme". Este é “À procura da felicidade” (The persuit of happyness, 2006), filme inspirado na vida de Chris Gardner, um ex-vendedor de São Francisco que conseguiu se tornar um milionário corretor das bolsas de valores.
No filme, interpretado por Will Smith, Chris Gardner é a personificação da Lei de Murphy. Tudo o que poderia dar errado em sua vida, deu. Perdeu a esposa, a casa, o carro e suas economias em um investimento furado em scanners ósseos que logo caíram em desuso. Só sobraram seu filho, de 5 anos, e seu sonho. Parece um dramalhão edificante. E é. Deve ter horas em que até o projecionista fica com vontade de desligar a máquina e acabar o filme por ali, para tentar evitar que o protagonista se ferre ainda mais. Não adianta, o sofrimento parece infinito e dura até o fim das quase duas horas de rolo.
Rebobinando a história, tudo começa nos anos 80, em São Francisco. Chris Gardner era um vendedor que ao ver um engravatado estacionando uma Ferrari se encanta com o visível sucesso do sujeito e pergunta ao executivo o que ele faz para possuir o tal veículo. Descobre assim que trabalhar na bolsa de valores dá dinheiro e decide investir na carreira. Ao saber que o marido está disposto a involuir, apostando seu futuro em uma vaga de estagiário em uma empresa corretora de títulos e valores, a esposa decide sair dali e se muda para Nova York.
Milagrosamente, ele consegue a vaga de estágio mesmo indo fazer a entrevista com os sócios da empresa direto da cadeia, onde ficou preso por não ter pago multas do carro que nem tinha mais. E com o estágio garantido as coisas começam a se acertar? Que nada! O trabalho não é remunerado. Os seis meses de curso serão eternos, com o pouco de dinheiro que havia sobrado se esvaindo mais rápido que brigadeiro em festa de criança. Sem condições de pagar aluguel, Chris e seu filho passam a viver na rua, dormindo um dia no metrô, outro nos abrigos para sem-teto. A vida não era fácil, mas usando a sua inteligência, o bom humor e a capacidade de lidar com as pessoas Chris vai sobrevivendo e mantendo saudável a sua relação com o filho.
É difícil acreditar no que se vê na tela e a verdade é que a história não foi bem assim. Chris Gardner e seu filho passaram noites no metrô e dormiram muito no abrigo para sem-teto, mas foi para economizar os mil dólares que ele ganhava no estágio. O roteirista Steven Conrad dramatiza o que já era duro. "Carrega na tinta", como se diz no jargão jornalístico. Tudo em nome do "sonho americano", da vontade de mostrar que qualquer um consegue enriquecer na "Terra da Liberdade". O fato do Chris trair sua primeira esposa e ser acusado de bater na segunda também não é citado. O que resta é só o paizão perfeito, que não mede esforços para proteger sua cria.
Descartando toda essa "liberdade criativa", que quase desclassifica o filme do gênero cinebiografia, o drama funciona muito bem. As escolhas do diretor italiano Gabriele Muccino, Will Smith (indicado ao Oscar de Melhor ator) e do seu filho Jaden Christopher Syre Smith não deixam dúvida: o intuito aqui é emocionar o público - e isso o trio consegue. Por isso fica aqui o aviso: não esqueça o lenço de papel. A caixa toda!

A resenha escrita por Marcelo Forlani peca em alguns aspectos que caracterizam o gênero, ao dedicar muita atenção ao enredo, chegando a dar até alguns spoilers. Quanto à crítica dos elementos técnicos da obra, o que é feito? Responda quais elementos são avaliados e qual a importância disso para o texto.

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Outra pergunta: Português

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Português, 15.08.2019 01:09
Éjusto proibir o uso de celular em sala de aula? *redação* ​
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Português, 15.08.2019 00:59
Crie um texto de no mínimo 17 linhas com estas palavras: < br /> < br /> direitos, participação, fraternidade, justiça social, igualdade,protagonismo, solidariedade,bem comum, responsabilidade< br /> ​
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Português, 15.08.2019 00:51
3) classifique as orações, obedecendo o seguinte código(1) oração principal(2) oração subordinada adverbial temporal(3) oração subordinada adverbial consecutiva(4) oração subordinada adverbial concessiva(5) oração subordinada adverbial condicional(6) oração subordinada adverbial comparativa(7) oração subordinada adverbial conformativa(8) oração subordinada adverbial proporcional(9) oração subordinada adverbial final(10) oração subordinada adverbial causala) (9) embora fosse cedo, resolvi levantar.b) ( você pode sair, contanto que volte logo.c) (6) como você viu, a menina era voluntariosa.terior,d) ) pedro fugiu, porque era tímido.e) () estou ensinando, para que vocês aprendam bem.f). à proporção que escurecia, sentia mais medo.g) a moça foi menos estúpida do que os passageiros.h) () o autor tanto insistiu, que a moça respondeu.i) depois que saí, muitos riram de mim.j) (9) a vida é tão boa, que merece ser vivida.k) a fome era tanta, que eles devoraram toda a comida.​
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Português, 15.08.2019 00:50
Eu preciso criar uma história crônica sobre o preconceito no futebol de 20 a 30 linhas contando uma história real ou criada​
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