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Português, 16.07.2020 14:14 crislane1071

Um poema com verbos transitivos diretos​

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Português, 15.08.2019 00:57
Para os racionalistas, cada caractere representaria uma palavra ideal, que poderia ser trazida para qualquer língua natural e também serviria de tradução para as palavras das línguas naturais. dessa forma, houve a necessidade de criar uma gramática universal que teria, então, algumas características importantes.i. as classes de palavras serviriam para atender a todas as necessidades comunicativas.ii. as regras deveriam ser reduzidas ao máximo.iii. as classes de palavras e as relações gramaticais entre elas deveriam ser indicadas graficamente através de gestos e sinais específicos afixados aos caracteres ou colocados entre eles.a partir do exposto, é correto o que se afirma apenas em: ii.i.ii e iii.iii.i e ii.
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Português, 15.08.2019 00:17
Quais são os desafios nos dias atuais da segurança pública do brasil
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Português, 15.08.2019 00:13
Toda charge é um texto de hinos gráfico com um olhar crítico para a realidade. considerando essas afirmações, é possível, somente com os elementos verbais e não verbais presentes na charge, identificar como se constrói seu efeito de humor? justifique​
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Português, 15.08.2019 00:00
Eu preciso de uma música atual que tenha elementos semelhantes ao do poema de gonçalves dias: seus olhos. vou colocar o poema abaixo: (obs: é urgente! ) seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, de vivo luzir, estrelas incertas, que as águas dormentes do mar vão ferir; seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, têm meiga expressão, mais doce que a brisa, — mais doce que o nauta de noite cantando, — mais doce que a frauta quebrando a solidão, seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, de vivo luzir, são meigos infantes, gentis, engraçados brincando a sorrir. são meigos infantes, brincando, saltando em jogo infantil, inquietos, travessos; — causando tormento, com beijos nos pagam a dor de um momento, com modo gentil. seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, assim é que são; às vezes luzindo, serenos, tranqüilos, às vezes vulcão! às vezes, oh! sim, derramam tão fraco, tão frouxo brilhar, que a mim me parece que o ar lhes falece, e os olhos tão meigos, que o pranto humedece me fazem chorar. assim lindo infante, que dorme tranqüilo, desperta a chorar; e mudo e sisudo, cismando mil coisas, não pensa — a pensar. nas almas tão puras da virgem, do infante, às vezes do céu cai doce harmonia duma harpa celeste, um vago desejo; e a mente se veste de pranto co'um véu. quer sejam saudades, quer sejam desejos da pátria melhor; eu amo seus olhos que choram em causa um pranto sem dor. eu amo seus olhos tão negros, tão puros, de vivo fulgor; seus olhos que exprimem tão doce harmonia, que falam de amores com tanta poesia, com tanto pudor. seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, assim é que são; eu amo esses olhos que falam de amores com tanta paixão.
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